domingo, 6 de junho de 2010

Balanço final e agradecimentos...

Chegado ao fim do ano lectivo e à conclusão do nosso projecto, estamos na altura de fazer um balanço do trabalho que foi desenvolvido ao longo do presente ano. Para o desenvolvimento do nosso projecto realizamos muitas actividades que foram desde as saídas de campo para medições sonoras e recolha de espécimes até à elaboração das preparações definitivas com recurso às técnicas histológicas. O conjunto das muitas actividades desenvolvidas acaba por se juntar à metodologia, a qual foi indispensável para a conclusão do projecto. A metodologia utilizada foi muita específica e morosa e passou pela execução das técnicas histológicas até à análise dos produtos obtidos através das técnicas referidas. Para a realização da mesma contamos com alguns apoios referidos abaixo:

 Doutor Armindo Rodrigues e a sua equipa técnica;
 Senhor Carlos Trabuco;
 Senhor Ricardo Correia;
 Professora Alexandra Seara;
 Escola Secundária de Lagoa;
 Entre outros
, os quais estamos muito agradecidos pela sua ajuda prestada.



Muitos foram os resultados obtidos. Muito trabalho foi feito e valorizado. Muito aprendemos e muito nos esforçamos para tal. Todos os produtos que obtivemos foram conseguidos com esforço e com dedicação, porque com estes dois conceitos ligados à união e mesmo à humildade é que conseguimos chegar onde chegamos. Foram estas as razões que também contribuíram para que desenvolvêssemos o projecto da forma o mais correcta/honesta possível. Soubemos criticar e também soubemos ouvir as críticas. Foi um ano lectivo de muita aprendizagem e muito orgulho. Este ano lectivo não podia ter acabado de melhor forma. Por um lado obtivemos resultados muito positivos e que com estes podemos vir a alertar a sociedade para um problema que existe apesar de ser “silencioso” e afecta muitas pessoas, sem estas se aperceberam disso. Por outro lado estamos muito orgulhosos e muito felizes por termos arrecadado o 1ºPrémio do Concurso Nacional de Jovens Cientistas e Investigadores, no qual estiveram presentes 101 projectos de muitas escolas públicas e privadas.

Aqui ficam os nossos agradecimentos a todos os que tem seguido o nosso blogue e de certa forma o desenvolvimento do nosso projecto, porque como chegou ao fim do ano lectivo fechamos este blogue com esta reflexão feita do trabalho desenvolvido durante o ano lectivo todo. Em especial queríamos agradecer à nossa professora coordenadora por nos ter ajudado sempre, sabemos que a sua função como professora é ajudar-nos, contudo muitas das coisas que fez e o tempo de despendeu não era obrigada mas fez-lo. Dai querer-mos deixar um especial agradecimento à nossa directora, professora e coordenadora de projecto, da qual temos muito orgulho e que deixará muitas saudades.

Desejamos a todos umas Boas Férias e até à próxima…


Carla Raposo, Filipe Amaral, Nuno Almeida e Tiago Costa

sábado, 5 de junho de 2010

Concurso Jovens Cientistas Investigadores e IV Mostra da Ciência

“Parabéns Tiago, o teu grupo foi seleccionado para ir à mostra da Ciência…”, foi assim que ficamos a saber que tínhamos sido seleccionados para a IV Mostra da Ciência em Lisboa nos dias 27, 28 e 29 de Maio e mal sabíamos o feito que íamos conseguir.
Durante os dias da mostra da ciência o nosso stand foi muito visitado e todos aqueles que lá passaram adoraram o que ouviram, muitos até identificaram a patologia em seus familiares, contando-nos em que locais trabalhavam e os sintomas que sentiam devida à exposição de RBF`S e tudo se completava.
Mas tudo se resumia ao último dia em que iam ser divulgados os projectos que iam representar Portugal no Concurso Europeu de Cientistas e de entre muitas possibilidades o nosso projecto saiu vencedor arrecadando o 1º lugar, nem sei como explicar a alegria que sentimos foi algo imaginável ver centenas de pessoas a nos aplaudir, sermos o centro das atenção, foi indiscutivelmente uma sensação muito boa. Agora em Setembro vamos representar Portugal no Concurso Europeu mas até lá há muito trabalho a fazer pois o trabalho tem que ser traduzido para inglês e nós temos que falar em inglês mas tudo se irá fazer.
Em suma a experiência foi fantástica e queremos deixar a todos aqueles que sempre nos seguiram aqui no blogue ou na escola a nossa motivação pois sabe bem ver o nosso trabalho reconhecido.

Tiago Costa

domingo, 30 de maio de 2010

Um pouco de história...




Em 1980, o Doutor Nuno castelo Branco foi nomeado médico-chefe numa construção de uma aeronave promovida pela Air Force Português. O primeiro passo foi a visita às estações de trabalho de todos os trabalhadores para avaliar a natureza dos diferentes riscos ocupacionais, as possíveis situações de emergência que possam surgir e mesmos os tipos de protecção que seriam necessários para os trabalhadores. Estes aviões são postos em testes, em que nestes, os seus motores são postos a trabalhar em todas as velocidades possíveis. Durante um desses testes, o Doutor Nuno Castelo Branco observou um trabalhador começa a andar sem rumo e sem propósito na direcção das turbinas. Um outro colega de trabalho agarra-o pelo braço e o incidente fica por aí. Depois o trabalhador foi questionado sobre o que tinha acontecido, e chegou – se à conclusão que os movimentos involuntários feitos pelo trabalhador foram considerados como de natureza epiléptica.
Um segundo passo, depois de ter observado este acontecimento, foi realizar um levantamento de todos os registos médicos para contar em quantos técnicos já havia sido diagnosticado a epilepsia tardia. A partir daí e ao longo de alguns anos a pesquisa foi sendo realizada, estando resumida seguidamente:


1980 – Foi estabelecido que 10% dos 306 trabalhadores existentes, representavam no seu diagnóstico a epilepsia de inicio tardio;

1984-1988 – Houve a publicação dos primeiros artigos sobre os resultados iniciais do estudo da epilepsia e da hipersensibilidade ao ruído, também conhecida como intolerância ao ruído. Até este momento pensava-se que a doença conhecida como “Doença Vibratória”, era causada pela exposição à vibração/ruído. Estudos feitos por ressonância magnética mostraram anomalias no sistema nervoso central e quatro casos de derrame pleural; Setembro de 1987 – a autópsia a um técnico de avião revela a existência de dois tumores malignos nos rins, espessamento dos vasos sanguíneos e do pericárdio e fibroses pulmonar;

1989-1992 – Realizada outra autópsia, foram identificados espessamentos ao nível dos vasos sanguíneos e do pericárdio e que todos os técnicos da aeronave apresentavam anomalias no pericárdio e nas válvulas cardíacas. Simultaneamente, foram estudadas militares/técnicos/pilotos de helicópteros, e utilizados também ratos para investigar os efeitos que ocorriam no sistema respiratório, na tentativa de explicar os casos de derrame pleural existentes anteriormente;

1993-1999 – Durante uma reunião científica, o termo “Vibroacústica”, foi proposto para esta patologia. Estudos em animais mostraram que o sistema respiratório era a estrutura-alvo contra os ruídos/vibrações que provocavam a patologia, uma que foram identificados anomalias na quantidade de colagénio na traqueia, pulmões e pleura, alterações na capacidade fagocítica das células, e alterações na morfologia/funcionalidade da pleura;

Desde 2000 – exames efectuados a pilotos de aviação civil e tripulantes da cabina, revelaram a existência de outras patologias como a incapacidade da hiperventilação quando na presença de CO2 excessivo, e foram identificados mecanismos de morte celular no pericárdio, o que podia estar relacionados com a grande incidência de doenças auto-imunes. Todos estes exames realizados a pacientes com a patologia em questão, foram identificadas lesões em que havia uma anomalia na quantidade de colagénio.

Adaptado de:
http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&_udi=B6TBN-4KJTM7J-7&_user=10&_coverDate=04%2F30%2F2007&_rdoc=1&_fmt=high&_orig=search&_sort=d&_docanchor=&view=c&_searchStrId=1357085229&_rerunOrigin=google&_acct=C000050221&_version=1&_urlVersion=0&_userid=10&md5=8df1c93029dab0054709e3eb837a5891

Filipe Amaral e Nuno Almeida

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Conclusões do nosso projecto

No início do nosso projecto levantamos duas hipóteses: «Será o Helix aspersa um bom bioindicador para futuras pesquisas relacionadas com a DVA?» e «Será a sua glândula digestiva é um bom biomarcador de efeito para o problema em estudo?». Durante todo o ano lectivo desenvolvemos o nosso projecto com o intuito de responder a essas questões.
Tendo em conta o nosso objectivo realizamos várias actividades: saídas de campo para medição sonora nos locais seleccionados com vista à averiguação da presença / ausência de ruídos de baixa frequência; saídas de campo para recolha dos espécimes nos diferentes locais previamente seleccionados (ver postagens: «1ªSaída de Campo», «Saída de Campo para recolha de Helix aspersa no local 3» e «Saída de Campo para recolha de espécimes no local controlo»); extracção das glândulas digestivas; desenvolvimento da técnica histológica para a elaboração de preparações definitivas (ver postagens: «Processo experimental após a extracção da glândula digestiva», «Da Inclusão à Microtomia», «Coloração» e «Montagem - a etapa final»; e análise e quantificação do tecido conjuntivo.
Agora no final do ano lectivo procedemos à análise dos dados adquiridos e à sua comparação. Inicialmente analisamos os gráficos das medições sonoras dos quatro locais, para verificarmos a presença/ausência de RBF’s (ver postagens: «1ª Saída de Campo para medição do som no local 1» e «Saídas de Campo para Medição sonora») e posteriormente analisamos os retículos obtidos através das preparações definitivas de cada local (ver postagens: «Actividades desenvolvidas nas férias», «Actividades desenvolvidas no mês de Abril» e «Análise dos retículos referentes aos locais 1 e 4»). Os resultados obtidos foram muito satisfatórios, pois a nível de medições sonoras tal como esperávamos nos locais 1, 2 e 3 existem RBF’s, logo os espécimes recolhidos estavam expostos ao agente causador da doença e no local 4, aquele que escolhemos como controlo verificamos a ausência de RBF’S. A nível da análise dos retículos das preparações definitivas, os resultados também corresponderam ao esperado, pois como esperávamos os Helix aspersa recolhidos nos locais 1, 2 e 3 possuem uma quantidade de tecido conjuntivo muito superior à de tecido epitelial. A percentagem de tecido conjuntivo varia de local para local, no entanto é sempre superior à de epitelial. No local 4 (controlo) verificamos o contrário, ou seja, a quantidade de tecido epitelial é superior à de conjuntivo.
Tendo em conta os resultados obtidos podemos afirmar que as hipóteses levantadas no inicio do nosso projecto estão correctas, ou seja, o Helix aspersa é um bom bioindicador para futuras pesquisas relacionadas com a DVA e a sua glândula digestiva é um bom biomarcador de efeito para o problema em estudo o que permitirá a intervenção precoce no desenvolvimento da patologia e deste modo pode vir a prevenir os efeitos mais graves desta doença. Sendo assim concluímos o nosso projecto respondendo às duas hipóteses inicialmente levantadas.

Carla Raposo

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Actividades no mês de Maio



Neste mês de Maio irão ser realizadas várias tarefas com vista a finalizar o projecto desenvolvido durante todo este ano lectivo (2009/2010).

Neste mês irá ser realizada a microtomia dos blocos histológicos referentes ao local 3, posteriormente a sua análise microscópica, contagem de retículos e análise dos mesmos. Tal como nos períodos passados, iremos elaborar um relatório, neste caso, o último deste ano lectivo. Um dos principais objectivos do nosso projecto, é a participação na 18ª edição do Concurso Jovens Cientistas e Investigadores, para concretizarmos este objectivo, realizamos um poster científico que contém vários tipos de informação, como por exemplo, os objectivos do projecto, metodologia, discussão, conclusão, entre outros. Por último, iremos elaborar a apresentação final do nosso trabalho à comunidade escolar.




Nuno Almeida.

domingo, 16 de maio de 2010

Análise dos retículos referentes aos locais 1 e 4

Até ao momento a nível das preparações definitivas analisamos apenas os dados referentes aos locais 1 e 4 (ver postagem: «Actividades desenvolvidas no mês de Abril»). Tendo sido os resultados correspondentes muito satisfatórios, pois como esperávamos os Helix aspersa recolhidos no local 1, no qual estão sujeitos aos RBF’s de elevada intensidade possuem uma quantidade de tecido conjuntivo muito superior à de tecido epitelial. O que nos permite concluir que a exposição a estes RBF’s provocou nos Helix aspersa um maior desenvolvimento do tecido conjuntivo.
No local 4 (controlo) esperávamos que os espécimes possuíssem uma maior quantidade de tecido epitelial do que de conjuntivo. Pois como foi comprovado pelas medições sonoras nesse local não existem infra-sons e os restantes RBF’s não possuem valores em dB suficiente para que possam causar algum efeito no organismo (ver postagem: «Saídas de Campo para Medição Sonora»). Através da análise dos gráficos obtidos, após a análise das preparações definitivas das glândulas digestivas, referentes aos espécimes deste local, podemos concluir que tal como esperávamos a percentagem de tecido epitelial é muito superior à de conjuntivo.
Em suma o dados obtidos permitem-nos chegar à conclusão de que nestes locais as hipóteses levantadas no inicio do nosso projecto estão correctas, resta-nos agora proceder à análise dos dados referentes aos dois outros locais de modo a tirarmos conclusões e podermos finalizar o nosso projecto.


Carla Raposo e Tiago Costa

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Saídas de Campo para Medição Sonora

Foi durante as férias da Páscoa que realizamos saídas de campo para medição sonora, sendo os locais em falta o 2, 3 e o controlo.
No dia 30 de Março foram realizadas as medições sonoras nos locais 2 e controlo, sob orientação da nossa professora coordenadora (professora Alexandra Seara) e os colegas Filipe Amaral e Nuno Almeida.
No local 2 foram realizadas as 3medições sonoras no período de 10 minutos cada, obtendo um valor médio de 60,3 dB (A).
No local controlo foram apenas realizadas 2 medições sonoras mas cada uma com 10 minutos, obtivesse um valor médio de 40,5 dB (A).
Dias mais tarde foram realizadas as medições sonoras no local 3 sob a atenção dos alunos Carla Raposo e Tiago Costa juntamente com o professor Alexandre Oliveira, neste local também foram realizadas as 3 medições de 10 minutos, o valor médio obtido foi de 58 dB (A).
Em suma podemos constatar que a nossa hipótese referente à presença de RBF´S nos locais escolhidos está correcta, pois os locais onde existe maior ruído são os locais 1,2 e 3, sendo o local com menor ruído o controlo.

Tiago Costa

terça-feira, 27 de abril de 2010

Actividades desenvolvidas no mês de Abril

Próximos do fim deste ano lectivo, estamos perante também do nosso projecto. Chegados de férias, demos continuação ao trabalho realizado nas férias, e assim continuamos a desenvolver o nosso trabalho. Durante o mês de Abril realizamos muitas activdades, sendo que a maioria delas foram realizadas nas férias, e as restantes durante as aulas de Área de Projecto. As actividades desenvolvidas foram:

  • Análise das amostragens dos locais 1 e 4;
  • Legendagem das imagens obtidas;
  • Saídas de campo para medição sonora nos locais 2, 3 e4;
  • Pesquisa de informação e elaboração de textos informativos;
  • Realização do relatório e de um video informativo para enviar para o concurso em que participamos.





Como já foi referido no video, agora resta-nos trabalhar e acabar o nosso projecto, pois a sua conclusão está mesmo "à porta".

Nuno Almeida

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Actividades desenvolvidas nas Férias

Um dos objectivos traçados para o 3ºperiodo foi a participação no 18ºConcurso Jovens Cientistas e Investigadores. O concurso terá lugar em Lisboa no Museu da Electricidade, nos dias 27 a 29 de Abril. Para podermos participar no concurso, durante as férias tivemos que proceder a uma série de actividades, com vista a realizarmos o relatório para a posterior entrega do mesmo.


Começamos por analisar as amostragens do local 1 (local com presença de RBF´s) e do local 4 (local controlo), para quantificar o tecido conjuntivo e epetelial para posterior comparação. Realizamos também as restantes medições sonoras nos restantes locais (2, 3 e 4), mas apenas foram utilizados os registos sonoros do local 4, pois foram seleccionados para o presente concurso apenas dois locais (1 e 2). Para a comparação dos resultados das amostragens utiliza-se a técnica do retículo, em que para quantificar a quantidade de tecido conjuntivo/epitelial presente nas amostragens temos que colocar uma folha de acetato com 168 pontos formando o retículo sobre a zona que queremos analisar, contando-se o número de pontos referentes a cada um dos tecidos. Para chegarmos à percentagem faz-se uma regra de 3 simples.

Assim de uma maneira geral, as actividades realizadas nas férias foram:
• Medições sonoras locais 2, 3 e 4 e posterior análise;
• Análise das amostragens dos locais 1 e 4;
• Inicio da elaboração do relatório para o concurso.


Um futuro passo será a realização de blocos histológicos para os locais 2 e 3, e posterior análise das amostragens, como forma de aprofundarmos os resultados até agora obtidos.

Filipe Amaral

terça-feira, 13 de abril de 2010

Formação com o Sr. Ricardo Correia e com o Dr. Armindo Rodrigues


As últimas semanas de aulas e mesmo as duas semanas que tivemos de interrupção lectiva foram muito positivas para o nosso grupo em termos de desenvolvimento do projecto. Foram muitas as actividades realizadas (posteriormente serão aqui indicadas quais foram essas actividades) o que nos permitiu tirar já algumas conclusões. Contudo para que isso fosse possível contamos novamente com a ajuda de muitas pessoas. Duas delas foram o Sr. Ricardo Correia e o Dr. Armindo Rodrigues.
O Sr. Ricardo Correia técnico da Zmway, empresa que forneceu o equipamento necessário para a análise histológica, deu-nos formação sobre como manusear o microscópio e o programa necessário para a obtenção das imagens digitais das preparações definitivas da glândula digestiva dos Helix aspersa. Durante esta formação aprendemos muitas coisas novas além das já referidas anteriormente, entre elas qual é a objectiva que o microscópio se deve encontrar quando retiramos uma lâmina, quais os cuidados a ter quando se procede à limpeza do microscópio, entre outras, a postura que devemos adoptar quando estamos a utilizar o microscópio, entre outras.
Outra formação que tivemos foi com o Dr. Armindo Rodrigues, que já nos ajudou anteriormente (ver postagem: «Formação com o Dr. Armindo Rodrigues»). Desta vez ensinou-nos a melhor forma para analisarmos os dados que já adquirimos. Para tal inicialmente explicou-nos como distinguir tecido conjuntivo de tecido epitelial nas preparações definitivas para que deste modo a nossa análise das mesmas seja a mais correcta possível. O Dr. Armindo deu-nos algumas indicações muito importantes sobre o rumo a seguir para que o nosso projecto seja concluído com o máximo sucesso possível.
Em suma as duas formações que tivemos foram muito importantes para o desenvolvimento do nosso projecto e por isso queremos agradecer a disponibilidade, atenção e empenho que estes dois senhores tiveram para connosco.

Carla Raposo